Quantos poetas não se passaram por magos e grandes conhecedores da alma humana falando coisas sobre o próprio umbigo!
E quando vasculhamos todos os recônditos da alma… quando respiramos a poeira de tomos perdidos de velhas relíquias… quando reviramos desertos procurando potes que não trazem água potável mas antigos papiros e velhas verdades sobre nós mesmos, descobrimos finalmente que nem mesmo se pode olhar pro próprio umbigo sem que também o mundo e toda a turba que o povoa se debrucem sobre ele!
E depois de tirar do poeta toda a razão… lá vamos novamente vascular seus baús!

4 Fevereiro, 2006 às 3:38 pm |
…Sinto-me podre… E gosto… Mas quando não gosto, tiro a roupa e vou dormir… Se o calor me acomete abro a fria água e deixo escorrer, todo o limbo, todo o medo, toda a angústia e desabo, deságuo… Pra no dia seguinte me vestir novamente em risos e esperanças…
Parabéns Victor… Ta bonito tudo aqui…
Bejo
29 Outubro, 2006 às 9:16 pm |
otimo
23 Setembro, 2008 às 5:59 pm |
Estou numa gestação de palavras,
Nasce um poema chorando querendo viver!
O pai desta criança chama-se saudade,
Saudades de não sei o quê nem de onde!
Enxugo suas lágrimas poeminha,
Logo passa esse medo de estar sozinha!
Vítor,
Parabéns pelo blog, tranquilo, sereno e claro único como você!
beijos,
Karina