Se todos são únicos em algum sentido…
Se todos são uma multiplicidade transbordante…
O que faz de alguém diferente?
Para responder essa pergunta é preciso ser romântico – saber valorizar o acidental, o que jamais se repete, aquilo que só acontece mediante uma tremenda combinação de fatores, aquilo que se perde e se cria a cada instante e que não pode ser preservado exceto por um grandioso esforço!
MÚLTIPLOVictorunico Eu, que parecia ser santo, Eu, que parecia tão formatado, Eu, que era pura virtualidade e divagar, Eu, que só a pouco Eu, para quem Deus era uma sombra, Eu, que tanto lutei por me diferenciar, Eu, que tantas veredas abri à caça do amor, Eu, que tanto demorei para ser Eu, besta de uma paroxidade colossal, Vitória – Domingo, 10 de agosto de 2003 – 01:48 hs. |
25 Janeiro, 2006 às 6:44 pm |
Muito bom gostei………..
continue
a gente se ve ok
25 Janeiro, 2006 às 10:36 pm |
Nossa muito bom… bem típico de um pensador… =) Vou copiar posso?
Um abraço…
27 Janeiro, 2006 às 12:16 am |
yo, muito massa,passei só pra dar um oi, XD
até.
28 Janeiro, 2006 às 3:16 pm |
Olá.
Gostei do que escreveu Victor.
Sempre darei passadinha por aqui para ver o que postou.
Abraços.
21 Agosto, 2008 às 7:00 pm |
Gostei. Faço ressalvas às métricas, pois sou metódico nisso. Mas percebo que a falta delas compõe o teu estilo.
Até mais.