Honestamente, não desejaria voltar uma vez mais a este tema, mas é preciso fazer um adendo ao post Do exercício da sexualidade….
É que existem buscas que não se dão por findadas até que se encerrem os doces acasos que as acompanham – principalmente quando se é poeta!
Uma negligência: que da inclinação do poeta – e de toda ordem de artistas – decorre que em seu âmbito de conhecimento só passou a existir pudor quando o corpo foi sacralizado pela religião e dessacralizado pela ciência – particularmente a Medicina.
Que sobre a sujeita que se fez assentar sobre o corpo (como carne) por força das práticas cristãs, redobrou depois a Medicina, no sentido de tomar para si o privilégio de falar sobre e de gerir o mesmo.
O que era graça à poesia, fez-se pecado na religião e doença nos saberes médico-psiquiátricos!
Que a poesia sempre esteve muito mais perto da gente comum e que houveram poucas ocasiões em que essas linguas verdadeiramente se calaram a respeito desses assuntos!

14 Outubro, 2006 às 2:31 am |
puxa voce e mesmo crack quando se fala de poema!
gostei de todos os seus poemas mais um que me
chamo mais atençao foi o fraquezas que voce soube
dizer em palavras muito objetivas o que um homem
quer de uma mulher…..adorei todas as suas poesias e
admiro muito voce…voce deve ser uma pessoa que tem
uma mente brilhante …continue assim com esse entusiasmo
que voce tem para fazer poesias…
8 Outubro, 2006 às 11:28 pm |
O poema Fraquezas.. resume de forma muito objetiva o interior de um homem q sabe o quer das mulheres e o q espera delas… Q o conheçam muito melhor q a si mesmas….